Eu tenho visto uma mudança clara nas estratégias das empresas. Antes, viagens corporativas eram tratadas quase só como deslocamento. Hoje, muitas companhias passaram a olhar para elas como parte da cultura, da retenção e do reconhecimento. As viagens de incentivo e os eventos corporativos ganharam mais espaço porque entregam algo que planilhas sozinhas não mostram de imediato: vínculo humano.
Viagens de incentivo são ações pensadas para reconhecer resultados e aproximar pessoas por meio de experiências marcantes.
Essa virada ficou muito visível na 21ª edição do Lacte, em São Paulo. O encontro reuniu mais de 1.700 profissionais do setor e mostrou, na prática, como o tema subiu de nível dentro das empresas. Estavam ali executivos de turismo, aviação e agências de eventos, além de lideranças de alto escalão, como Silvia Foster, CEO do Grupo Latam Brasil, e Celso Ferrer, CEO da Gol. Quando nomes desse porte acompanham o debate, eu entendo que não se trata de uma moda passageira.
O que mudou no olhar das empresas
Na minha leitura, o avanço das viagens de incentivo veio da soma de três fatores. O primeiro é o cansaço do modelo frio e distante que muitas equipes viveram nos últimos anos. O segundo é a busca por formas mais reais de engajar pessoas. O terceiro é o retorno percebido pelas empresas.
Segundo o estudo apresentado no Lacte, mais de 70% das companhias participantes estão investindo mais em viagens de incentivo. Esse número chama atenção por um motivo simples. O ganho não aparece só nos resultados de negócio, mas também no retorno emocional dos colaboradores. Isso pesa muito. Gente reconhecida tende a se conectar mais com a empresa.
Outro dado do evento reforça a tendência. Cerca de 50% das empresas viram a demanda por eventos e viagens de incentivo crescer entre 2022 e 2023. Mesmo com gastos maiores, a disposição para investir continua. Isso mostra que o custo deixou de ser visto apenas como despesa e passou a ser analisado junto com retenção, clima e valor de marca empregadora.
Presença gera laço.
Silvia Foster comentou, em linha com esse movimento, que o perfil das viagens de negócios mudou e que a conexão pessoal, somada a experiências fora do escritório, ajuda a criar laços mais fortes entre as equipes. Eu concordo. Reuniões por tela resolvem parte do trabalho. Mas o contato presencial ainda é tratado por boa parte das empresas como insubstituível.
Para quem acompanha o tema mais de perto, vale ler este guia sobre viagens corporativas e tendências, que ajuda a entender como o setor vem mudando.
Por que o presencial voltou a ganhar força
Eu já ouvi de gestores uma frase simples: “quando a equipe viaja junta, volta diferente”. Não é exagero. Em programas bem desenhados, a experiência tira as pessoas da rotina e abre espaço para conversa, troca e reconhecimento genuíno.
As empresas têm apostado em formatos mais memoráveis, como:
Visitas a vinícolas com agenda exclusiva para equipes de alta performance;
Participação em eventos esportivos com hospitalidade corporativa;
Retiros curtos com premiação, conteúdo e momentos de convivência;
Encontros de liderança em destinos que misturam trabalho e experiência local.
Esses programas não servem apenas para premiar. Eles também ajudam a alinhar cultura, reforçar metas e dar sentido ao esforço coletivo. Em operações maiores, a gestão precisa ser bem organizada, com política clara, acompanhamento e visão de custos. É nesse ponto que uma agência como a Lá Vou Eu Business Travel entra como apoio natural, com atendimento próximo e leitura mais estratégica da jornada.

Os números por trás do crescimento
Quando eu olho os dados do setor, fica mais fácil entender por que tantas empresas estão reforçando seus investimentos. Segundo a Abracorp, o turismo de eventos e incentivo ultrapassou R$ 19 bilhões em faturamento no Brasil em 2023. Isso sinaliza um mercado aquecido e com demanda real.
Além disso, o crescimento de 92,5% do setor de eventos na última década mostra um ambiente muito favorável. Outro levantamento aponta que a indústria de eventos movimenta R$ 813,5 bilhões por ano no Brasil, reúne cerca de 300 mil empresas e gera 12,7 milhões de empregos. Já os níveis recordes de emprego formal e consumo em 2025 reforçam que o mercado segue forte.
Quando o setor cresce, as empresas ganham mais confiança para investir em encontros presenciais e ações de incentivo.
Esse movimento também conversa com temas como planejamento, política de viagens e controle de processos. Para quem quer amadurecer essa gestão, eu sugiro este conteúdo sobre como gerenciar viagens corporativas.
O papel do Lacte nessa discussão
Eu vejo o Lacte como um termômetro do setor. Não apenas pelos números, mas pela qualidade da troca. O evento reúne empresas de segmentos diferentes, o que amplia a visão sobre o que está funcionando. Turismo, aviação, hotelaria, eventos e gestão de viagens se encontram no mesmo espaço. Isso acelera aprendizado.
No caso das viagens de incentivo, essa troca tem valor alto porque as empresas compartilham dúvidas parecidas:
Como medir retorno além do custo;
Como desenhar uma experiência que faça sentido para a equipe;
Como equilibrar reconhecimento, logística e política interna.
Na prática, o Lacte deixou claro que o tema saiu do campo experimental. Está no plano de ação de muitas organizações. E isso pede parceiros que acompanhem antes, durante e depois da viagem. Eu penso na Lá Vou Eu Viagens justamente nesse ponto, porque o acompanhamento constante reduz ruído e dá mais segurança para empresas e viajantes.
Como transformar incentivo em resultado real
Nem toda viagem de incentivo gera impacto. Quando ela é mal planejada, vira só deslocamento com custo alto. Quando é bem pensada, gera memória, reconhecimento e conversa entre áreas que raramente se encontram.
Na minha experiência, alguns cuidados fazem diferença:
Definir objetivo claro, como premiar vendas, integrar lideranças ou lançar um ciclo novo;
Escolher um destino coerente com o perfil do grupo;
Cuidar da antecedência para conseguir melhores condições e menos estresse;
Criar uma agenda com equilíbrio entre conteúdo e experiência;
Medir percepção dos participantes depois do retorno.
Quem quiser se aprofundar no tema da preparação pode consultar este texto sobre a importância da antecedência em viagens corporativas. E, para empresas que ainda avaliam o modelo de apoio externo, este material sobre contratar agência de viagens corporativas ajuda bastante.

Conclusão
Eu acredito que as viagens de incentivo vieram para ficar. A razão é simples. Elas unem resultado, reconhecimento e presença humana. Os dados do Lacte, com mais de 70% das empresas ampliando investimentos e 50% apontando alta na demanda, mostram uma direção muito clara. O mercado de eventos também segue forte, o que sustenta esse avanço.
A tendência é de crescimento contínuo nos próximos anos, apoiada pelo efeito positivo nos negócios e no bem-estar dos colaboradores.
Se a empresa trata a viagem como parte da estratégia, o retorno tende a ser mais amplo. Envolve clima, retenção, conexão e imagem interna. A Lá Vou Eu Viagens pode apoiar esse caminho com atendimento sob medida e visão prática da gestão corporativa.
Perguntas frequentes
O que são viagens de incentivo?
Eu defino viagens de incentivo como ações de reconhecimento criadas para premiar desempenho, reforçar metas ou aproximar equipes. Em vez de um bônus apenas financeiro, a empresa oferece uma experiência planejada, com valor simbólico e emocional.
Como funcionam as viagens de incentivo?
Em geral, a empresa cria critérios de participação, escolhe o público, define o destino e monta uma agenda. Pode ser uma premiação por metas, uma viagem para lideranças ou um encontro para integração. O ideal é que exista planejamento, política clara e suporte durante todo o processo.
Quais os benefícios para as empresas?
Eu vejo benefícios em várias frentes: reconhecimento de resultados, maior conexão entre equipes, reforço de cultura, retenção de talentos e melhor percepção da marca empregadora. Em muitos casos, o presencial também acelera relações internas e melhora a comunicação.
Quanto custa organizar uma viagem de incentivo?
O custo varia conforme destino, duração, número de participantes, hospedagem, transporte e experiências incluídas. Há programas mais simples e outros mais exclusivos. Com planejamento antecipado e apoio especializado, a empresa consegue controlar melhor gastos e evitar desperdícios.
Vale a pena investir em viagens de incentivo?
Na minha opinião, vale quando a ação faz sentido para a cultura e para o objetivo da empresa. Os dados do mercado e a percepção de muitas companhias mostram que o retorno vai além do financeiro. Ele aparece no engajamento, no vínculo e na forma como as pessoas enxergam seu trabalho.
A gestão de viagens corporativas pode ser muito mais estratégica do que parece. A Lá Vou Eu Viagens atua ao lado das empresas para trazer controle, eficiência e inteligência para esse processo.
Faça sua adesão ao nosso plano sem mensalidades hoje mesmo: https://lavoueuviagens.com.br/plano/









