No universo corporativo, imprevistos podem impactar desde uma simples reunião até um planejamento anual de viagens. Por isso, acompanhei de perto a recente preocupação sobre o risco de falta de combustível para aviação e como a Latam está lidando com este cenário. Afinal, empresas como a La Vou Eu Business Travel, que oferecem consultoria e total apoio às viagens corporativas, dependem dessas informações para entregar uma experiência estável e segura ao cliente.
Como surgiu a preocupação sobre o combustível?
Nos primeiros meses de 2026, ficou evidente para quem acompanha o setor aéreo que havia um temor novo no ar: o risco de desabastecimento de combustível de aviação, conhecido como QAV. Essa inquietação ganhou ritmo quando Jerome Cadier, CEO da Latam Brasil, tranquilizou o mercado ao afirmar publicamente que não há risco mapeado de falta de combustível nas bases onde a Latam opera, tanto em voos domésticos quanto internacionais. Tive acesso à conferência de resultados do primeiro trimestre de 2026, em que Cadier detalhou como a empresa monitora a situação global próxima e transparentemente.
A principal razão para este temor envolveu o aumento repentino do preço do querosene, impulsionado pelo conflito no Oriente Médio. Eu mesma notei, ao ler diversos relatórios do setor, como esse tipo de crise internacional pode modificar os rumos da indústria rapidamente.
A alta do preço do combustível agitava a expectativa de todos, mas não resultou em falta para a Latam.
Segundo estudos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a dinâmica dos preços do QAV é fortemente influenciada pelo petróleo Brent e pela demanda de passageiros. São fatores complexos, raramente previsíveis.
O impacto do aumento do combustível nas operações da Latam
O aumento nos preços do combustível começou a afetar os resultados financeiros da Latam já no mês de março, pelo “tempo de repasse”. Isso significa que há um intermediário entre o aumento praticado no mercado internacional, o uso dos estoques antigos e o repasse do novo custo aos voos vendidos. Ou seja, as companhias não sentem de imediato o impacto do novo preço, mas há uma diferença clara nos resultados do trimestre seguinte.
Os dados oficiais indicam que, em dezembro de 2025, houve um aumento de 3,8% no preço do QAV. Já em junho de 2026, a tendência inverteu e houve uma redução de 14,2%. Essa volatilidade mostra como decisões externas impactam diretamente as companhias aéreas e, claro, os passageiros corporativos.
No caso da Latam, sabe-se que a despesa adicional prevista com combustível é de aproximadamente US$ 700 milhões só no segundo trimestre de 2026. Esse valor já começou a refletir nos resultados do 1T26, como o próprio CEO enfatizou na conferência.
Como a Latam ajustou sua malha aérea diante do cenário?
Com base no que apurei, não houve cortes significativos na malha aérea da Latam durante abril e maio de 2026. O que houve foram ajustes pontuais, sempre de acordo com as necessidades das rotas e demandas regionais. Essas decisões tomaram forma depois da análise dos dados de procura e custos atualizados.
Para junho, o planejamento da Latam prevê uma demanda entre 2% e 3% menor do que o estimado inicialmente. No panorama geral, esse ajuste, segundo pude observar, ainda é pequeno e não afeta a estrutura das operações. O cenário segue em análise contínua para garantir que nenhuma decisão drástica seja tomada sem necessidade.
Possíveis efeitos para o viajante corporativo
Muitas empresas vêm buscando soluções para driblar os impactos financeiros do combustível, sem prejudicar seus cronogramas ou comprometer a segurança e o conforto dos colaboradores. Utilizar uma agência como a La Vou Eu Business Travel faz toda diferença neste contexto.
- Monitoramento constante das políticas das companhias aéreas
- Capacidade de reacomodar clientes de maneira rápida diante de ajustes de malha
- Negociações exclusivas para redução de valores impactados pelos combustíveis
- Transparência e informação em tempo real para gestores e viajantes
Já presenciei situações em que uma comunicação ágil e um planejamento inteligente evitaram transtornos, mesmo com um cenário adverso em relação ao QAV.
Perspectivas para os próximos meses
As projeções, segundo fontes oficiais e falas da diretoria da Latam, mostram que o abastecimento segue garantido e há mecanismos robustos para evitar riscos. A empresa conta com contratos consolidados com fornecedores e monitoramento ativo do cenário internacional.
Vale lembrar que iniciativas recentes, como a expansão de rotas nacionais e internacionais para 2026, demonstram confiança e solidez por parte da Latam. Mesmo enfrentando custos imprevisíveis no curto prazo, a malha segue consolidada, sendo ajustada apenas onde faz sentido econômico.
Além disso, estratégias como a oferta de nova cabine Premium Comfort para voos longos e a retomada dos voos entre Brasília e Santiago, reforçam a mensagem de que a empresa mantém planos de investimento mesmo diante de desafios externos.
Como gestores de viagens podem agir diante dessas incertezas?
Fortalecer o relacionamento com especialistas, como faço diariamente ao lado da equipe La Vou Eu Business Travel, é um dos caminhos mais sólidos. Reunir dados, ajustar planejamentos e manter todos informados sobre possíveis variações permite respostas ágeis e decisões seguras.
Para empresas que buscam clareza e resultados mesmo em cenários adversos, recomendo fortemente a leitura do nosso conteúdo sobre gestão eficiente diante do alto do combustível de aviação, abordando estratégias para navegar estas ondas sem improvisos.
Conclusão
Dos alertas mais preocupantes às avaliações realistas da Latam, percebo que o setor aéreo segue atento, mas sem sinais de crise iminente no abastecimento do QAV. A Latam mantém pleno controle sobre o combustível em todas as suas bases e adapta sua operação de forma precisa, sem cortes abruptos nem perda de segurança para quem depende dela no dia a dia das viagens corporativas. Este acompanhamento próximo, aliado à atuação de consultorias como a La Vou Eu Business Travel, garante um ambiente muito mais previsível e seguro.
Se você busca apoio personalizado, transparência e soluções rápidas para a gestão de viagens corporativas diante de situações como esta, convido a conhecer nossos diferenciais e transformar o modo como sua empresa encara este universo tão dinâmico.
A gestão de viagens corporativas pode ser muito mais estratégica do que parece. A Lá Vou Eu Viagens atua ao lado das empresas para trazer controle, eficiência e inteligência para esse processo. Faça sua adesão ao nosso plano sem mensalidades hoje mesmo: www.lavoueuviagens.com.br/plano
Perguntas frequentes
O que causou preocupação com combustível?
A alta nos preços do querosene de aviação, impulsionada pelo conflito no Oriente Médio, gerou receio de que pudesse faltar combustível para os voos. Esse movimento foi sentido em todo o setor aéreo, deixando mercado e passageiros atentos, embora até agora não tenha havido falta efetiva.
Latam vai sofrer com falta de combustível?
Segundo o CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, não existe risco de desabastecimento de combustível nas operações da companhia, tanto para voos domésticos quanto internacionais. A empresa acompanha o cenário de perto e mantém robusto controle dos estoques e fornecedores.
Haverá impacto nos voos da Latam?
Os ajustes realizados pela Latam até o momento são pontuais, sem grandes cortes estruturais. Só houve pequenas reduções na previsão de demanda para junho (de 2% a 3%), reflexo do aumento de custos e da dinâmica do mercado, sem prejudicar a programação dos passageiros.
O abastecimento de combustível está garantido?
Sim. A Latam declarou publicamente que seu abastecimento segue garantido, sem risco mapeado de falhas ou atrasos em seus voos. As operações contam com contratos consolidados e infraestrutura adequada em todas as bases.
Posso viajar tranquilo pela Latam agora?
Pode sim. Apesar das oscilações do preço do QAV, não há falta de combustível prevista nem alteração brusca na malha aérea da companhia. O momento pede monitoramento, mas a operação segue regular, dando tranquilidade para quem viaja a negócios ou lazer.

Como gestores de viagens podem agir diante dessas incertezas?







